Greve CPTM linhas 11, 12 e 13: o que muda agora
A assembleia dos trabalhadores da CPTM aprovou greve a partir da meia-noite desta segunda-feira (3) nas linhas 11, 12 e 13. O movimento reivindica revisão da privatização e garantia de emprego para 4 mil trabalhadores.
A assembleia dos trabalhadores da CPTM aprovou greve a partir da meia-noite desta segunda-feira (3) nas linhas 11, 12 e 13. O movimento reivindica revisão da privatização e garantia de emprego para 4 mil trabalhadores.
Greve CPTM linhas 11, 12 e 13: o que muda a partir desta segunda-feira (3)
Os trabalhadores da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) aprovaram greve a partir da meia-noite desta segunda-feira (3) nas linhas 11, 12 e 13. A decisão foi tomada em assembleia da categoria, filiada ao Sindicato dos Trabalhadores(as) em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil. O movimento não afeta as demais linhas de trem paulistas.
Resposta direta: A greve nas linhas 11, 12 e 13 da CPTM começa à meia-noite desta segunda-feira (3), após aprovação em assembleia. O grupo reivindica revisão do processo de privatização das linhas, concluído em julho, e garantia de emprego para 4 mil trabalhadores. A concessão foi assumida pela empresa Trívia, mas está temporariamente suspensa após um incêndio na primeira semana de atividades.
Por que os trabalhadores das linhas 11, 12 e 13 entraram em greve?
A principal reivindicação é a revisão do processo de privatização das linhas 11, 12 e 13. A concessão foi concluída em julho, mas está temporariamente suspensa após um incêndio na primeira semana de atividades da empresa Trívia, que assumiu a concessão. O grupo considera o processo pouco transparente e lesivo aos interesses dos paulistas e dos trabalhadores.
Entre os pleitos estão:
- Garantia de emprego para 4 mil trabalhadores
- Cancelamento da privatização
- Revisão do modelo de concessão
O movimento grevista já havia aprovado a mobilização há duas semanas, quando estabeleceu um prazo para negociação com o governo estadual. Como não houve avanço, a categoria decidiu paralisar as atividades.
Quais linhas da CPTM são afetadas pela greve?
A paralisação atinge especificamente as linhas 11, 12 e 13 da CPTM. As demais linhas de trem paulistas seguem operando normalmente. Quem depende dessas linhas deve buscar alternativas de transporte a partir da meia-noite desta segunda-feira (3).
O que diz o governo sobre a privatização das linhas?
O governador Tarcísio de Freitas considerou a concessão essencial para a expansão e modernização do atendimento na região metropolitana. A privatização foi comemorada como um modelo para futuras concessões em outros serviços públicos. O governo estadual, no entanto, não se manifestou sobre a greve até o momento.
O que aconteceu com a empresa Trívia?
A Trívia assumiu a concessão das linhas 11, 12 e 13, mas a operação foi temporariamente suspensa após um incêndio na primeira semana de atividades. O incidente levou à suspensão da concessão, que segue em análise. A empresa não se pronunciou publicamente sobre a greve.
Como a greve afeta os usuários das linhas 11, 12 e 13?
A paralisação começa à meia-noite desta segunda-feira (3), o que deve impactar diretamente o deslocamento de milhares de passageiros que usam as linhas 11, 12 e 13 diariamente. A recomendação é buscar rotas alternativas, como ônibus ou metrô, e planejar viagens com antecedência.
O que pode acontecer depois da greve?
O movimento grevista havia estabelecido um prazo para negociação com o governo estadual. Como a paralisação foi aprovada, a expectativa é que as conversas sejam retomadas. A categoria reivindica o cancelamento da privatização e a garantia de emprego para 4 mil trabalhadores. O desfecho depende da negociação entre sindicato e governo.
Perguntas Frequentes
A greve afeta todas as linhas da CPTM?
Não. A paralisação atinge apenas as linhas 11, 12 e 13. As demais linhas de trem paulistas seguem operando normalmente.
Quando começa a greve?
A greve começa à meia-zero desta segunda-feira (3), após aprovação em assembleia dos trabalhadores.
Qual é a principal reivindicação dos trabalhadores?
A revisão do processo de privatização das linhas 11, 12 e 13, além da garantia de emprego para 4 mil trabalhadores e o cancelamento da concessão.
Quem é a empresa que assumiu as linhas?
A empresa Trívia assumiu a concessão, mas a operação está temporariamente suspensa após um incêndio na primeira semana de atividades.
O que o governo estadual diz sobre a privatização?
O governador Tarcísio de Freitas considerou a concessão essencial para a expansão e modernização do atendimento na região metropolitana.
Como os usuários devem se planejar?
Quem depende das linhas 11, 12 e 13 deve buscar alternativas como ônibus ou metrô e planejar viagens com antecedência.
greve cptm linhas 11 12 13 impactos privatização cptm trívia incêndio direitos trabalhadores cptm greve