PF mira grupo suspeito de desviar encomendas postais
A Polícia Federal (PF) cumpre nesta quarta-feira (9) três mandados de prisão preventiva contra suspeitos de furtar encomendas postais usando documentos falsificados, em uma ação que também inclui oito buscas e apreensões.
A Polícia Federal (PF) cumpre nesta quarta-feira (9) três mandados de prisão preventiva contra suspeitos de furtar encomendas postais usando documentos falsificados, em uma ação que também inclui oito buscas e apreensões.
A Polícia Federal (PF) mira um grupo suspeito de desviar encomendas postais e cumpre, nesta quarta-feira (9), três mandados de prisão preventiva contra suspeitos de furtar objetos enviados pelos correios com o uso de documentos falsificados. A ação inclui oito mandados de busca e apreensão, executados na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro e no município de São Vicente, em São Paulo.
A investigação começou em 2024, depois que uma mulher foi presa em flagrante ao retirar uma encomenda usando documentos falsos da verdadeira destinatária. O caso revelou uma estrutura criminosa que, segundo a PF, monitora objetos de alto valor econômico, confecciona os documentos falsos e realiza retiradas fraudulentas em unidades dos Correios nos estados do Rio e de São Paulo.
Ao todo, a PF monitorou pelo menos 24 ações criminosas, entre retiradas tentadas e consumadas desses objetos postais. Os investigados podem responder pelos crimes de furto qualificado mediante fraude e organização criminosa, sem prejuízo da apuração de outros delitos identificados no decorrer das diligências.
A operação desta quarta-feira é um desdobramento de um esquema que chama atenção pela organização: o grupo não age no improviso, mas com etapas definidas, da identificação da encomenda valiosa à retirada com papelada falsa. O hábito de monitorar objetos de alto valor antes da ação revela um método que se repete em diferentes unidades, o que levou a PF a rastrear o padrão até chegar aos mandados atuais.
As investigações seguem em andamento para identificar outros integrantes e dimensionar o prejuízo causado às vítimas e à empresa postal. como funciona uma investigação da PF